Diversos - Mais perto do 666?
23/3/2012 15:48:21
Diversos - Mais perto do 666?
Mais perto do 666? Europa se prepara para abolir o dinheiro
23.03.2012 - Em muitos países europeus, os cartões de débito e crédito e as transferências online já substituíram o dinheiro em espécie. Na Suécia, o debate é sobre quando será extinta a necessidade de se carregar dinheiro.
Um dos benefícios apontados é reduzir a delinquência, em especial os assaltos. “Se pudermos reduzir a quantidade de dinheiro que circula nos bancos e na sociedade, também reduziremos os roubos”, afirmou Marie Look, do sindicato dos bancários. “Quando abandonarmos totalmente o dinheiro, não haverá mais roubos, porque não fará sentido assaltar um banco que não tenha nada para ser levado”.
Desde 2010 há uma campanha pelo fim do dinheiro no país que conta, inclusive, com o apoio de famosos, como o ex-membro do grupo Abba, Bjorn Ulvaeus. Ele disse: “Não há razão prática clara, até onde eu possa ver, para continuar usando notas e moedas. O que existe são óbvias vantagens de se desfazer delas. A Suécia poderia ser o primeiro país do mundo a adotar essa medida”.
A Suécia, curiosamente, foi o primeiro país europeu a introduzir as notas guardadas em bancos, em 1661. Agora pode liderar a Europa para se livrar-se delas. Sendo um país que convive com a alta tecnologia, em breve o dinheiro digital deve ser uma realidade.
Na maioria das cidades suecas, os ônibus já não aceitam dinheiro. Os passes são pré-pagos ou adquiridos com uma mensagem de texto de telefone celular. Um número crescente de empresas só aceitam cartões, e algumas agências bancárias só fazem transações eletrônicas.
O declínio no uso do dinheiro é perceptível até mesmo nos templos religiosos, como na Igreja de Karlshamn, sul da Suécia. O pastor Johan Tyrberg recentemente instalou um leitor de cartões para tornar mais fácil a vida dos fiéis que desejam fazer oferendas.
“As pessoas vinham até mim muitas vezes e diziam que não tinham dinheiro, mas ainda assim gostariam de doar”, diz Tyrberg.
Cédulas e moedas representam apenas 3% da economia da Suécia, em comparação com uma média de 9% nos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, de acordo com o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.
A prevalência de transações eletrônicas – e o rastro digital que geram – pode ser um problema para muitos por violar a “privacidade” das transações em dinheiro vivo.
Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, Banhof, diz que uma economia totalmente digital sempre deixará um “rastro” dessas transações. Ele apoia a ideia de acabar com o dinheiro, mas ressalta: “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele.
Um passo importante foi dado pela empresa sueca iZettel, que desenvolveu um sistema onde qualquer telefone celular do tipo smartphone funcione como uma “carteira virtual”. Os maiores bancos da Suécia devem lançar ainda este ano seu próprio sistema, que permite aos clientes transferir dinheiro em tempo real usando seus telefones.
A maioria dos especialistas acredita que o dinheiro da forma como conhecemos dentro em breve poderá ser um artigo raro na Europa, um produto em verdadeiro “perigo de extinção”.
Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por um sistema eletrônico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”.
Com informações CBS News e Gospel Prime
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OBS> Isso mostra que realmente já se cumpriu o que está predito no capítulo 13 do Apocalipse, a marca para comprar ou vender. Lá nao está dito que todas as pessoas da terra teriam a marca, nem que todas as nações a implantariam. Nem está dito que em qualquer nação todos seriam marcados. Acontece que, se um país - qualquer deles - resolver agir como a Suécia, mesmo as pessoas que não queriam a marca serão forçadas a recebê-la, em função da falta de moeda. Claro, um membro da família poderá controlar tudo, mas isso é um risco grave.
Numa macabra suposição, digamos que, na falta de moeda para roubar, os ladrões resolvam podar o braço direito das pessoas e levar ao banco para tivar os caixas eletrônicos com o chip. Como eles podem dizer que não haverá roubo? Mesmo fazendo as transferências via celular, se hoje os hackers entram em qualquer site do mundo, acaso não acharão meios de burlar estes sistemas.
Não sejamos tão estúpidos capazes de imaginar que acontecerão transções financeiras como num paraíso, porque isso somente facilitará o roubo e a transferência de recursos de inocentes para velhacos. Ademais, eles podem prender parentes, sequestrar inocentes e obrigar que transfiram créditos para quem quer que seja sob ameaça de morte. Eles nunca cercarão os bandidos. Ademais, a própria besta pode roubar das pessoas, como todos sabem qu fazem os grandes bancos. E por aí vai!
Assim, não esperamos acontecer isso em todos os países e em todas as pessoas para concluirmos que o anticristo está vivo e ativo, agora, hoje, neste exato momento, porque ele é uma realidade. Vejam que num escola em São Paulo, já foram implantados chips nos uniformes das crianças, de modo que os portões não se abrem para quem não tem o dispositivo, e os pais ficam sabendo imediatamente que se filho não entrou na sala. Neste último sentido até que seria interessante porque são muitos os alunos matadores de aula.